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1º DE MAIO: DIA DE LUTA INTERNACIONAL DA CLASSE TRABALHADORA  CSP-Conlutas e Intersindical - Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora realizarão Ato classista, de luta e internacionalista em defesa da vida

1º DE MAIO: DIA DE LUTA INTERNACIONAL DA CLASSE TRABALHADORA

CSP-Conlutas e Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora realizarão Ato classista, de luta e internacionalista em defesa da vida 

No mundo todo já são quase 3 milhões de mortes, sendo mais de 350 mil no Brasil,  mais do que vítimas da COVID-19, são vítimas das ações dos governos e dos patrões  que se aproveitam da tragédia para aprofundar o ataque à classe trabalhadora. 

No Brasil, o genocida governo de Bolsonaro é contra a paralisação de todas as  atividades não essenciais nesse momento de pandemia, promove e apoia  aglomerações, não garante a vacina e nem o devido auxílio emergencial, e assim lança  milhões na mira da morte seja pelo vírus, seja pela fome. 

Para enfrentar esse governo da morte e os ataques patronais é preciso fortalecer a  luta, e o 1º de Maio Dia de Luta Internacional da Classe Trabalhadora é um momento  importante para reafirmar que é preciso enfrentar o Capital e seus capachos governos,  dizer não à conciliação de classes que tantas derrotas trouxe aos trabalhadores. 

É por isso que a CSP-Conlutas e a Intersindical- Instrumento de Luta e Organização da  Classe Trabalhadora estão organizando um 1º de Maio classista, de luta e  internacionalista. 

Não faremos parte do ato chamado pelas demais centrais sindicais, pois essas  infelizmente optaram por terem ao seu lado nesse dia de luta vários algozes da classe  trabalhadora, como diversos governadores e parlamentares que na estrutura do  Estado estão à serviço do Capital para atacar os direitos da classe trabalhadora.

No ato classista do 1º de Maio ecoaremos a urgência da convocação de um lockdown  nacional com o retorno imediato do auxílio emergencial de R$600,00 para que as famílias consigam sobreviver durante a pandemia, garantia de emprego, direitos e salários dos trabalhadores, vacinação já e para todos e a defesa do SUS, contra a reforma administrativa que ataca os trabalhadores que atendem diretamente a população trabalhadora e os serviços públicos, Despejo Zero no campo e na cidade, subsídio aos pequenos comerciantes do campo e da cidade.

Em relação à vacinação é necessário lutar pela quebra das patentes das indústrias e  laboratórios privados responsáveis pela fabricação das vacinas. Também é preciso  enfrentar o projeto aprovado pela maioria da Câmara dos Deputados que libera a  compra das vacinas por empresários reduzindo de 100% para 50% o envio das doses  compradas ao SUS, o que significa na prática retirar o direito ao devido acesso à  vacinação de grande parte da população trabalhadora através do serviço público. 

Se todas essas medidas urgentes não forem tomadas é fundamental a construção de uma Greve Geral Sanitária para que as trabalhadoras e trabalhadores possam ficar em  casa, pois só o devido isolamento pode conter a contaminação e salvar vidas. 

Lançamos essa convocação com o objetivo de convidar todos os setores combativos  dos movimentos sindical e popular, bem como a juventude e os movimentos contra as  opressões a virem conosco fortalecer este ato. 

Fortalecer a luta para derrotar o governo genocida de Bolsonaro é tarefa urgente, não  se pode simplesmente esperar por eleições em 2022 quando milhares de nossa classe  estão morrendo agora.  

Em unidade de ação vamos fortalecer a luta em defesa da vida no 1º de Maio de luta, classista e internacionalista. 

– Paralisação de todas as atividades não essenciais nesse momento de pandemia:  estabilidade no emprego para todos os trabalhadores, proteção aos direitos e  salários; 

– Retorno imediato do auxílio emergencial de no mínimo R$ 600,00;

– Vacinação já e para todos e todas; 

– Fortalecimento do SUS, contra as privatizações e a reforma administrativa. Em  defesa dos serviços públicos e de qualidade para a população trabalhadora; 

– Moradia digna: Nenhum despejo; 

– Fora Bolsonaro: parar esse governo para parar a matança. 

 

1º DE MAIO DE 2021

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