A OPOSIÇÃO METALÚRGICA DE CAMPINAS E REGIÃO/SP SEGUE FIRME E NA LUTA CONTRA OS ATAQUES DOS PATRÕES, DE QUALQUER GOVERNO E DE SEUS CAPACHOS

A Oposição Metalúrgica de Campinas e região/SP/Intersindical segue junto aos trabalhadores organizando a retomada do Sindicato para a luta de fato em defesa dos direitos, por melhores condições de trabalho, contra o arrocho salarial.

Logo após as eleições de 2023, em que a Chapa da Intersindical foi derrotada, num processo eleitoral recheado de mentiras, calúnias e de muito apoio patronal para a chapa que hoje está na direção Sindicato, vários companheiros da Oposição foram demitidos.

Durante esses três anos as perseguições continuaram e se ampliaram, ao ponto da patronal em conluio velado com a atual direção do Sindicato impedir que a categoria tivesse acesso aos Jornais e aos membros da Oposição, foi assim em grandes empresas como Bosch, Eaton, Samsung, Honda.

Fruto das denúncias que fizemos ao Ministério Público do Trabalho em que provamos o crime contra a liberdade e autonomia sindical, retomamos a partir do mês de abril/maio panfletagens nas portarias principais da Bosch e Eaton e nossa luta segue exigindo a mesma garantia nas demais empresas.

Não participamos das eleições que ocorrem esse ano e isso de forma nenhuma significa abandonar a luta pela retomada do Sindicato como instrumento independente em relação aos patrões e governos e autônomo em relação aos partidos.

Seguiremos na base, ampliando, fortalecendo e protegendo cada companheiro e companheira que faz parte da Oposição para que não sejam demitidos e possam estar inscritos em nossa Chapa que segue com o compromisso histórico daqueles que são parte da luta que derrotou os pelegos que estavam no Sindicato a serviço da ditadura militar financiada pelo Capital.

Seguiremos na base e organizando enfrentando os ataques patronais que cada dia aumentam contra os trabalhadores, como também seguiremos denunciando as ações dos que hoje estão na direção do Sindicato o transformando num instrumento manso aos patrões, submisso ao governo, completamente refém dos interesses pessoais e eleitoreiros da atual diretoria.