20 ANOS CONTRIBUINDO DE FORMA FIRME E COERENTE PARA A LUTA DA CLASSE TRABALHADORA CONTRA OS ATAQUES DO CAPITAL E SEU ESTADO

Em junho de 2026 completam-se 20 anos de fundação da Intersindical- Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora contra os ataques do Capital, seus governos e demais parasitas que na estrutura do Estado atentam contra os direitos conquistados pelos trabalhadores através de muita luta.

Nesses 20 anos de construção com muito trabalho e coerência percorremos o país construindo juntos com os Sindicatos e Coletivos que fazem parte da Intersindical desde sua fundação, várias Oposições sindicais que derrotaram pelegos a serviço da patronal em lugares estratégicos de exploração capitalista e retomamos Sindicatos para as mãos dos trabalhadores e a luta por melhores condições de trabalho e ampliação dos direitos foi retomada.

Estamos presentes nas grandes lutas gerais da classe trabalhadora, sem titubear, sem iludir nossa classe: não recuamos e nem fugimos ao embate teórico e prático com aqueles que tentam enganar a classe trabalhadora de que somente com a disputa institucional nas eleições gerais é que se pode avançar em direitos. A história já nos mostrou que somente a luta direta da classe trabalhadora contra a exploração e a opressão é capaz de garantir as reivindicações da classe trabalhadora.

De forma firme e coerente dissemos NÃO para a reforma trabalhista e da Previdência, enfrentamos o enorme ataque que as mesmas causaram aos direitos da classe trabalhadora, enquanto a maioria absoluta das outras centrais sindicais aceitava a redução de direitos e salários nas Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho.

Com a mesma firmeza e coerência não titubeamos em enfrentar a extrema direita que novamente se coloca na superestrutura do Estado, seja no Executivo e no Legislativo. Fomos às ruas e aos  locais de trabalho chamar o voto em Lula para derrotar o genocida e golpista Bolsonaro, sem criar nenhuma ilusão de que o governo do PT sem a devida pressão e mobilização da classe trabalhadora paute as necessidades urgentes dos trabalhadores, como o fim da escala 6×1, com a devida redução da jornada de trabalho, sem redução salarial.

No cotidiano de nossa luta com o devido corte de classe denunciamos a violência que fere e mata e explora ainda mais parte fundamental de nossa classe; as mulheres trabalhadoras, negras e negros que sofrem ainda mais a partir do gênero e da cor. Nos somamos à luta contra a homofobia, às lutas dos povos indígenas e quilombolas, ainda mais atacados nos anos do governo genocida de Bolsonaro.

Enquanto muitos se calam, nós insistimos na necessidade de romper as cercas das nações e fortalecer a solidariedade internacional da classe trabalhadora, denunciando o genocídio contra o povo Palestino imposto por Israel com o apoio do EUA, a invasão do imperialismo na América Latina através das ações do governo de Donald Trump na Venezuela e em Cuba, os ataques desse governo aos trabalhadores imigrantes.

Todas essas lutas, não em nome, mas com a classe trabalhadora na base, na realidade concreta e não por atrás dos debates superficiais das redes, que de sociais nada têm.

Aprendendo com os erros, aprofundando a organização pela base onde de fato acontece a exploração e opressão impostas pelo Capitalismo seguimos na consolidação desse Instrumento de luta e organização da classe trabalhadora.

Sem autoproclamações, com o firme compromisso com a classe trabalhadora, somos trabalhadores no setor produtivo e trabalhadores do Estado presente em todas as regiões do país, que seguem firmes contribuindo para reorganização da classe. Em cada luta nos locais de trabalho, estudo e moradia a tarefa de contribuir para o avanço da consciência de classe para a maior de todas as lutas, por uma sociedade sem exploração e opressão, uma sociedade socialista.