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GREVE DOS TRABALHADORES NOS CORREIOS COMEÇA FORTE EM TODO PAÍS A luta é em defesa da vida, dos direitos e contra a privatização

Começou às 22 horas do dia 17 de agosto a greve nacional dos trabalhadores nos Correios, a greve atinge todas as regiões do país e se amplia.

Uma greve marcada pela defesa dos direitos e contra a privatização que o governo da morte de Bolsonaro tenta impor.

A direção da ECT através do general Floriano Peixoto tenta exterminar direitos básicos dos trabalhadores como adicional de férias, diminuir os tíquetes de alimentação, eliminar mais de 70 cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho que não são privilégios e nem presentes dos governos, são direitos fundamentais garantidos através de muita luta dos trabalhadores.

A greve é em defesa da vida:  desde que a pandemia começou o governo genocida de Bolsonaro colocou os Correios como serviço essencial não para que se garantisse o que sempre fizeram os trabalhadores nos Correios; fazer chegar o que é fundamental a população trabalhadora em épocas de extrema urgência, o governo tem como prioridade nos Correios fazer circular as mercadorias do Capital para alavancar ainda mais os lucros das empresas. O resultado disso é o adoecimento e a morte de muitos trabalhadores nos Correios vítimas da COVID 19. 

Para agradar ainda mais os capitalistas, Bolsonaro pretende privatizar os Correios, o que significará a demissão de milhares, o fim dos direitos e o fim da função social de uma empresa estatal.

Com o apoio do Judiciário, através do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Tófolli, que passou por cima de decisão anterior que garantia a manutenção da Convenção Coletiva de Trabalho até 2021, a direção da empresa já no início desse mês começou a retirar até a comida dos trabalhadores, numa categoria em que a média salarial não ultrapassa à R$ 1700,00, o governo retirou aproximadamente R$ 200,00 do tíquete alimentação, ou seja, estão tirando a comida do trabalhador.

Ao mesmo tempo em que o governo retira tudo de um trabalhador que recebe um salário em média perto do salário mínimo, paga para aqueles que fazem parte da direção da ECT salários que ultrapassam a R$ 30 mil.

Mas a greve vai além da defesa dos direitos da categoria, é uma luta em defesa de um serviço público de qualidade para a população trabalhadora.

Fortalecer a solidariedade à greve dos trabalhadores nos Correios é tarefa de todos os Sindicatos e Organizações de luta da classe trabalhadora, garantir os direitos da categoria e impedir a privatização será uma vitória do conjunto dos trabalhadores.

Seguimos juntos e firmes à luta dos trabalhadores nos Correios, ampliar e fortalecer a greve, escudo contra os ataques desse governo genocida, capacho dos patrões.

Mato Grosso

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