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Apesar do corpo mole da atual diretoria do Sindicato, bancários no Banco do Brasil de São Paulo enfrentam as remoções compulsórias

No Complexo São João, a maior concentração de bancários do Banco do Brasil em São Paulo, centenas de trabalhadores estão sendo ameaçados de serem removidos compulsoriamente de seus locais de trabalho por conta da política da direção do BB.

O Banco do Brasil fechou em 2016 mais de 400 agências pelo país, deixando cidades inteiras sem atendimento aos trabalhadores e sobrecarregando os bancários nas poucas agências que sobraram. Agora a direção do banco quer tapar o sol com a peneira removendo na marra os bancários do Complexo São João para cobrir um déficit que ele mesmo criou nas agências. O resultado já sabemos: é lucrar mais piorando as condições de trabalho e vida dos trabalhadores.

Mas os bancários não abaixaram a cabeça e a partir de seus locais de trabalho, organizaram duas paralisações na semana passada e um trancamento do Complexo São João. Novamente a atual diretoria do Sindicato dos Bancários/CUT, que deveria estar organizando a luta, cumpriu um papelão, além de estar ausente, tentou desestimular a mobilização e se recusou a exigir uma discussão com a direção do BB.

Os bancários decidiram manter a mobilização contra as transferências compulsórias e a continuidade da luta contra os diversos ataques do Banco do Brasil, aos direitos dos bancários.

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