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DIA DE LUTA CONTRA O MASSACRE AOS DIREITOS TRABALHISTAS

Metalúrgicos em movimento contra os ataques dos patrões e do governo que tentam acabar com os direitos na CLT e nas Convenções Coletivas de Trabalho.

Assembleias, paralisações, atrasos na produção marcaram esse dia 14 de setembro, Dia de Luta contra o massacre aos direitos trabalhistas.

Os patrões depois de impor sua reforma trabalhista tentam arrancar direitos dos trabalhadores que estão nas Convenções Coletivas de Trabalho.

Para manter esses direitos garantidos através de muita luta é preciso se colocar em movimento e o dia de hoje é parte da mobilização construída em unidade de ação contra várias organizações e sindicatos.

As principais manifestações de hoje aconteceram no ramo metalúrgico em várias regiões. E os metalúrgicos organizados com os Sindicatos dos Metalúrgicos de Campinas/SP, Limeira/SP, Santos/SP e com a Intersindical se colocaram em movimento em várias assembleias que atrasaram a produção e são um passo importante na luta para barrar o objetivo patronal de acabar com os direitos.

Em Campinas, a manifestação foi na Bosch com atraso na produção, em Limeira as assembleias e manifestações com atraso na produção aconteceram nas empresas Faurecia, Maxion e DAS. E em São Sebastião realizamos protesto que também atrasou a produção nas empresas metalúrgicas Manserv, Engevale e Autvale que estão instaladas dentro do Terminal da Petrobras.

Limeira – DAS

Limeira – Faurecia

Limeira – Maxion

Campinas – Bosch

Campinas – Bosch

Campinas – Bosch

Campinas – Bosch

São Sebastião – Terminal da Petrobrás

São Sebastião – Terminal da Petrobrás

São Sebastião – Terminal da Petrobrás

São Sebastião – Terminal da Petrobrás

Cubatão – USIMINAS

Cubatão – USIMINAS

A maioria dos metalúrgicos no país tem data-base nesse segundo semestre e o objetivo da Federações patronais além de arrochar ainda mais os salários é retirar direitos garantidos por décadas nas Convenções Coletivas. Exemplo disso é o que acontece em São Paulo, onde a representação dos patrões tenta acabar com a garantia de estabilidade até a aposentadoria para os metalúrgicos vítimas de doença e acidentes de trabalho que tenham deixado sequela permanente.

É isso que significa a reforma dos patrões: impor piores condições de trabalho, diminuir salários e direitos e continuar com as demissões.

Foi a luta que garantiu os nossos direitos e é a nossa luta que vai garantir nenhum direito a menos.

Link permanente para este artigo: http://www.intersindical.org.br/2017/09/14/dia-de-luta-contra-o-massacre-aos-direitos-trabalhistas-2/